Sobre o blog:

O que é o blog?
Ressalto que este não é um blog informativo, atualizado, formal ou preocupado com qualquer coisa. Este blog é na verdade um apanhado de minhas memórias, mesclando jogos do São Paulo Futebol Clube com fatos de meu cotidiano. Sem pretensão alguma de ser nada além de um bloco de notas virtual em três cores, onde exercito o ato de escrever. Seja bem vindo em sua visita, volte sempre que quiser e sinta-se livre para comentar. Mas se por ventura se deparar com nomes de pessoas estranhas em meio aos textos, e situações aparentemente sem importância alguma, lembre-se: eis aqui simplesmente as memórias deste tricolor. Vamos São Paulo!
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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

SPFC 1x1 Internacional

35ª Rodada (antecipada)

Tricolor esbarra na arbitragem e perde chance de colar.

    Rodada antecipada devido ao nosso primeiro jogo da semifinal da Sulamericana ter sido trocado para maior comodidade nossa. Era nossa chance de colar no Cruzeiro, então cinco pontos à nossa frente. Mas um jogo complicado e uma quadrilha de arbitragem maldosa, acabaram com nossa chance de colar ainda esta semana. Uma leitura labial de fácil transcrição após o gol irregular do Inter, pude entender Rogério dizendo claramente ao bandeirinha e ao árbitro: "Vocês estão fod...ndo com o campeonato!". De fato estão.

    O lado bom da noite, foi que o Murilo e a Ana Lee vieram pela primeira vez à minha casa. A Amanda fez panquecas, e eu me entupi de comer, que quase não dormi direito para acordar às 04:20 na manhã seguinte. Foi muito bacana, parecia (como de certa forma era) uma final. Um clima nervoso à cada lance. Curioso foi que segundos antes do gol do Luis Fabiano, ouvi gritos de comemoração vindo de um espetinho próximo à minha casa. Fiquei esperando o Hudson cruzar certeiro pro Fabuloso empurrar pras redes. Festejamos, e em todos os lances de ataque nosso que se sucederam, ficamos esperando se viriam ou não gritos do espetinho. #gritaespetinho

    Um ponto apenas foi um certo balde de água fria. Ainda dá. Se o Cruzeiro perder para o Santos na vila domingo, é de certa forma um ponto de distância que tiramos. Temos mais quatro rodadas de esperança, e temos que acreditar até onde der. Domingo, temos van fechada para acompanhar o último clássico do Mito no Morumbi, diante do Palmeiras. Finalmente levarei a Paloma conhecer aquela beleza toda! Avante meu tricolor!
    P.S: justiça seja feita, que o Alisson, goleiro deles, pegou muito, mas muito nesta noite!

SÃO PAULO 1 X 1 INTERNACIONAL
Local: Morumbi, em São Paulo
Data/Hora: 12 de novembro de 2014
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Kléber Lúcio Gil e Nadine Câmara Bastos (ambos de SC)
Público/renda: 22.531/ R$ 516.530,00
Cartões amarelos: Rogério Ceni, Kaká, Paulo Henrique Ganso, Auro (São Paulo); Fabrício, Ygor e Taiberson (Inter)
Cartão vermelho: Fabrício (Inter)
GOLS: Paulão, (17’1°T) e Luis Fabiano, (4’2T).
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Hudson (Auro, aos 33’/2ºT), Lucão (Paulo Miranda, aos 33/2ºT), Edson e Michel Bastos, Denilson, Souza, Kaká e Ganso (Osvaldo, aos 41'/2°T); Alan Kardec e Luis Fabiano. Técnico: Muricy Ramalho.
INTERNACIONAL: Alisson; Paulão, Ernando e Alan Costa; Wellington Silva (Gilberto, intervalo); Ygor, Matheus Bertotto, Alex (Taiberson, aos 30’/2ºT), Fabrício, Jorge Henrique; Nilmar (Wellington Paulista, 16'/2°T). Técnico: Abel Braga.

segunda-feira, 25 de março de 2013

1993/2013 - Meus 20 anos de São Paulo!

    Acho que só hoje procurei realmente ligar os pontos e pensar bem na questão:
    - Quando foi que me tornei são-paulino?
    Tudo o que me lembro, é que quando me tornei são-paulino, só pode ter sido antes do Bi-Mundial, pois me lembro de ter ganho vários bonés e acessórios comemorativos do primeiro mundial quando comecei a torcer pelo time. Mas o que uma criança de seis anos não gravou, foi se isso aconteceu antes ou depois da final contra o Barcelona em 1992?
Só agora, que resolvi adquirir uma camisa da Pênalti com o logo da TAM, de 1995, igual à que eu tinha quando criança e perdi com o tempo de tanto ter jogado bola com ela, foi que me caiu a ficha: com as coisas que eu tinha, posso me garantir que foi antes do Bi; se a camisa que ganhei de meu padrinho quando decidi me tornar são-paulino era da TAM, então, claro, período TAM (1993-1996), antes do Bi, é igual a: 1993!
    Sim, me tornei são-paulino oficialmente em 1993,o ano da junção SPFC + TAM, de três anos de glória, antes disso o patrocínio era outro, e depois disso também não foi, pois ficou emblemático em minha memória referências ao primeiro mundial.
    É engraçado lembrar. Me lembro com clareza da primeira vez que ouvi o termo "são-paulino". Um amigo de infância perguntou para que time meu pai torcia. Era pro corinthians, e ele me disse: "meu pai é são-paulino!". Eu sequer associei são-paulino como o fato de se torcer para o São Paulo. Devia eu ter meus cinco ou seis anos de idade, mas me lembro daquele amigo falando de uma maneira tão bonita e orgulhosa aquilo, que fiquei impressionado! Pouco tempo depois descobri que meu avô também era são-paulino, o que tornou o fato ainda mais impressionante. Só ali eu já conhecia dois!
    Como eu já disse, meu pai é corinthiano. Mas nunca foi fanático, e nunca quis me induzir a ser ou contrariar minha decisão de também me tornar são-paulino. Até então ele me apresentava para a familia como corinthiano, e eu nem sabia bem o que era futebol, nem tenho problema em contar isso.
    Se for pensar bem, talvez em meu coração eu já fosse são-paulino em 92. Meu padrinho Josá carlos sempre falava: e aí? Vai virar são-paulino ou não vai? E na verdade eu queria, mas tinha medo de meu pai ficar chateado comigo, caso eu aceitasse. Este padrinho foi influente, mas a magia mesmo vinha de meu avô e seu radinho nos fundos da casa, ouvindo jogos e mais jogos do tricolor.
    Foi então que um dia na casa de meu padrinho, ele veio com uma camisa do são paulo, piratinha, modelo TAM, do meu tamanho e disse: " Se quiser, está na mão. Se virar são-paulino é sua!". Pensei em duas coisas naquele momento. Primeiro em meu avô. Fiquei pensando na reação dele quando eu contasse a ele que eu também era são-paulino agora, e segundo, pensei em como meu pai reagiria. Me lembro de ter pego o manto na mão e olhado pra meu pai do lado e perguntado: "posso pai?", com o coração pulsando muito forte, com os olhos brilhando por aquela camisa, brilhando como os de meu avô em uma das ultimas visitas que lhe fiz no hospital, quando eu usava uma das minhas camisas e ele olhava fixamente pra ela, e encheu a boca pra dizer : "BUNITA, esta camisa!" Assim eu estava, aguardando a resposta do meu pai e ele disse:"pode, quem decide é você!". Eu abracei ele muito feliz por ele ser maravilhoso até naquela hora, por ser compreensivo e não me impor nada.
    Quanto ao meu avô quando eu contei, andávamos pelas ruas da Vila Gomes onde cresci, e lembro que ele não deu a mínima hahaha. Acho que não levou a sério ou que era uma fase.
    E que fase. Que dura vinte anos! Vou escrever mais sobre esse paralelo de minha vida com a do clube. O começo foi assim. Um time que marcou minha infância. Leonardo, Raí, Cafu, Palhinha e Zetti (grande ídolo meu desta época) eram nomes como doces em minha boca nas peladas de rua ou no futebol de botão.
    Há vinte anos fiz uma das escolhas mais felizes de minha vida! 
São Paulo - Bicampeão Mundial 1993
Time da final: Zetti, Cafu, Válber, Ronaldão, André, Dinho, Doriva, Toninho Cerezo, Leonardo, Müller e Palhinha.
Técnico: Telê Santana


Elenco Bi-Mundial. Só faltou o Raí no elenco. Saudades da época!

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

SPFC x E.C. São Bento (Sorocaba 1964)

    Uma curiosidade que surgiu na ultima conversa que tive com meu avô no hospital antese dele falecer, após ver em sua companhia a semifinal do paulisa deste ano¹, ele me disse ter vesto o São Paulo jogar apenas uma vez. Que foi aqui em Sorocaba, em um jogo 0 a 0. Se lembrava que havia sido em uma quarta feira, no antigo Humberto Reale, de arquibancadas desconfortáveis de madeira, disse que foi na época de Poy e Canhoteiro. Mas confuso sob medicamentos, não soube dar mais detalhes.
    Cheguei em casa curioso, louco para descobrir data, escalação, e qualquer outra informação sobre a partida.
A primeira coisa que constatei, foi que as datas de confronto entre as equipes, não batiam com a passagem dos jogadores citados. Havia um confronto em 1963 e outro em 1964 com as características citadas. 
    Por um momento deixei de lado a curiosidade, mas certo tempo depois quando adquiri contato com a pessoa simpática de Vicente H. Baroffaldi² via email, quando encomendava seu grande registro em forma de livro "São Paulo Internacional" que conta a saga tricolor em confrontos internacionais, que recebi gentilmente a escalação do São Paulo que jogou contra o São Bento em 29 de julho de 1964:

São Paulo: Suli; Deleu, Bellini e Riberto; Leal e Jurandir; Faustino, Marco Antônio, Zé Roberto, Bazzaninho e Valdir.



Ataque do SPF com Faustino, Marco Antonio, Prado, Bazaninho e Valdir. 
(Prado é pai do Flávio Prado e avô do Bruno Prado, jornalistas esportivos) 


Foto do São Bento no estádio Humberto Reale na década de 60.

Hoje, muitos anos após a inauguração do Estádio Walter Ribeiro (CIC), o qual virou o principal palco do futebol sorocabano, o saudoso Humberto Reale foi reduzido a nada. Onde se situava, hoje, um terreno baldio cercado, sob vizitas e promessas de nossos governantes locais de uma reestruturação do estádio, parte da memória esportiva do interior paulista.
Alguns dados sobre o antigo estádio:

Denominação oficial: Estádio Humberto Reale
Apelido: Velho Alçapão - Ninho do Azulão
Endereço: Rua Coronel Nogueira Padilha - Sorocaba - SP
Construção: 1934
Inauguração: 25/02/1934
Jogo inaugural: EC São Bento 2 x 2 SS Palestra Itália
Público recorde: 12.143 (04/10/1978) - EC São Bento 0 x 0 AA Ponte Preta
Remodelado: 1962
Expandido: 1962
Fechado: 1979 a 1986
Demolido: 1986
Em fase de reconstrução: 2012
Proprietário: Esporte Clube São Bento

¹Sobre meu ultimo contato com meu avô e a conversa pós jogo ver em: http://memoriasdeumtricolor.blogspot.com.br/2012/04/spfc-1x3-santos.html 
² Um pouco sobre Vicente H Baroffaldi em:

Fotos e alguns dados extraídos de:

sábado, 14 de julho de 2012

Alcides Pinto 39


    Hoje ele faria 73 anos. A saudade está absurda, mas a vida escolhe pela gente. Que esteja em um bom lugar e que receba meu carinho como se estivesse aqui.
    Meu grande amigo, acima de um grande avô, foi um grande amigo! Acima, imagem da camisa que mandei estampar em sua homenagem ( seu nome e ano de nascimento).

terça-feira, 19 de junho de 2012

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Saudade Eterna Meu Querido Avô!

 Eu e meu inesquecível avô Alcides
 Tal avô, tal neto



Ultimo presente que ele me deu.

Esta semana, pra ser mais preciso no ultimo domingo, dia 13 de maio, sofri a dolorosa perda de meu querido segundo-pai, meu avô Alcides.
São-paulino, razão pela qual em meados de 1990 eu também me apaixonei pelo São Paulo Futebol Clube.
Após 46 dias no Hospital Santa Lucinda em Sorocaba, onde por muitas e muitas vezes fiquei em sua companhia, ajudando como pude em sua recuperação, ele não resistiu e nos deixou.
Partiu deixando mais que saudades. Deixou milhares de momentos maravilhosos, lições e seu jeito muito particular embutido em nossas personalidades.
Não tem como separar meu amor pelo SPFC pelo amor que sinto por ele.
Agora, todas as vezes que ver o maior do mundo em campo, me lembrarei dele, sem sombra de dúvidas.
Com a tristeza de saber que não terei ele pra comentar no dia seguinte, mas a alegria de me lembrar o quanto foi bom enquanto assim foi.
Vai com Deus meu amado são-paulino.

domingo, 29 de abril de 2012

SPFC 1x3 Santos

Em um dia histórico para o futebol sorocabano, onde um empate heróico no final da partida deu ao Clube Atético de Sorocaba o sonhado acesso à elite do futebol paulista, foi também dia de fim da linha no Paulista 2012 para o tricolor paulista. Mais uma vez o Santos na semifinal.
Quanto ao jogo, sem muitos comentários. Paulo Miranda teve a capacidade de fazer pênalti aos 2 minutos do primeiro tempo. Neymar, que faria os três gols do Santos na partida converteu.
Talvez não escreveria sobre o jogo, assim como não tenho escrito, se não fosse pela ocasião cotidiana.
Ao sair um pouco cansado do trabalho as 14:00, haviam duas opções: ir pra casa assistir ao jogo no conforto do meu sofá sob um endredom no frio que fazia, ou ir assistir na companhia de meu avô Alcides que se encontra internado no Hospital Santa Lucinda há um mês, fraco e debilitado por uma complicação cirurgica.
São Paulino e motivo pelo qual também o sou, de uma maneira que teria que dedicar muito tempo escrevendo de sua importância para mim como pessoa e torcedor do São Paulo Futebol Clube. Mas , como tudo que escrevo neste blog, faço pra mim, como o nome do blog diz, são minhas memória, e esse carinho por ele não é algo a ser esquecido.
Quando cheguei ao seu quarto, a primeira coisa que me perguntou após olhar pra minha camisa foi:
- Preparado pra sofrer?
Eu ri. Não seria fácil para o SPFC, como não fui. Morumbi com público recorde do Paulista, não foi suficiente frente ao time praiano.
O jogo transcorreu entre cochilos de meu avô, muito sonolento pelo excesso de medicamentos, e entre enfermeiras que passavam o tempo todo na frente da tv.
Não vibrei quando Willian José fez o gol completamente impedido por esperar sua anulação a qualquer instante. Não veio.
O São Paulo pressionou tentando buscar o empate, mas após um forte chute de Neymar, Denis aceitou.
- Xiiii, já era.
Meu avô disse tudo. Foi só esperar o apito final.
O outro finalista saiu de Ponte Preta 1x 2 Guarani. Jogaço que ouvi pelo rádio ali também antes de ir embora.
Após o jogo começamos a conversar sobre futebol, como de costume. Eu falei como o Morumbi é lindo, que ele precisava ver. Ele disse que foi uma única vez ver o SPFC e que nunca mais iria.
- Foi contra o São Bento, zero a zero. A arquibancada era de madeira, estreito pra sentar. Levava joelhadas nas costas o tempo todo. Era copo cheio de urina voando pra todo lado. Inclusive um quase me acertou, pegou no meu chefe, que foi quem insistiu pra que eu fosse com ele ver o jogo. Pagou e tudo.
- O senhor lembra que década foi?
- Ah, não lembro.
- Será que foi na época do Waldir Peres?
- Não, era o Poy no gol. Argentino, um goleraço. Na frente o Canhoteiro e na ponta direita eu não lembro que jogava.
Apreciei cada palavra que ele dizia. Achei tudo muito bonito e mágico. A história de nosso time passou sobre seus olhos até que o tempo me deixasse ver também.
Saí de lá feliz. Poderia ter escolhido assistir ao jogo como em um dia comum, mas fui feliz. Nunca vou me esquecer. Mesmo com a derrota, foi importante pra mim.
Cheguei em casa moído, mas não consegui dormir antes de pesquisar em que ano aproximadamente foi o jogo que ele viu. Ainda estou incerto, mas com Canhoteiro e Poy aqui, deve ter sido em 1962, mas ainda estou com minhas dúvidas.
Agora a torcida é outra. Pra que ele seja forte, e saia logo desta.
Força avô, meu eterno tricolor!

São Paulo: Denis; Piris (Rodrigo Caio, no intervalo), Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez; Denilson, Casemiro (Osvaldo, 30min/2ºT), Cícero e Jadson (Fernandinho, no intervalo); Lucas e Willian José.
Técnico: Emerson Leão.
Santos: Rafael (Aranha, 10min/2ºT); Maranhão, Edu Dracena, Durval e Léo; Adriano, Arouca, Elano e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Allan Kardec (Renteria, 38min/2ºT)
Técnico: Muricy Ramalho

Gols:
SPFC: Willian José (18min/2ºT)
Santos: Neymar (3min/1ºT, 31min/1ºT, 32min/2ºT)


domingo, 28 de agosto de 2011

Hoje tem San-São

Dia de clássico hoje pela última rodada do primeiro turno!
Vou pra casa do meu pai fazer uma bagunça torcendo pro Palmeiras trincar as Galinhas também!


domingo, 21 de agosto de 2011

SPFC 1X1 Palmeiras



    Combinei de ir assistir à partida com meu cunhado palmeirense na casa de meu pai, só pra fazer uma bagunça.
O primeiro tempo teve cara de clássico, com algumas jogadas bonitas e algum perigo lá e cá. Coitado do Marcos que chacoalhou o braço com cara de dor após uma pancada de Fernandinho.
    Rivaldo parecia não se encontrar no jogo até enfiar a bola pra Fernandinho, que passa pra Dagoberto tirar bonito do zagueito e encobrir Marcos que estava na entrada da pequena àrea, que tenta desesperado correr atrás da bola que vai categoricamete entrando. Uma pintura de Dagol no Sacrossanto. E o primeiro tempo termina 1 a 0.
J    á o segundo tempo mostrou um futebol que o Tricolor costuma mostrar quando está na frente, de acomodação e conformismo. E como se diz por aí: quem não faz leva! Marcos assunção cobra falta e Henrique desvia pro fundo do gol.
     Assim ficou, pela segunda vez no ano. Um 1 a 1 que só não foi pior pois o Corinthians havia levado 2 a 0 em casa pro Figueirense, e o Flamengo empatou com o Inter.
Estamos agora à três pontos do líder à uma rodada do final do primeiro turno, contra o Santos na vila. Estamos totalmente no páreo. E quarta Sul-Americana contra o Ceará precisando reverter os 2 a 1 que levamos fora.
Que venham ! 



SÃO PAULO 1 X 1 PALMEIRAS
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP) 
Data: 21 de agosto de 2011, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília) 
Árbitro: Cleber Welington Abade (SP) 
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Marcio Luiz Augusto (SP) 
Cartões amarelos: Cicinho (Palmeiras)
Público: 16.813 pagantes
Renda: R$ 587.700,00
GOLS: SÃO PAULO: Dagoberto, aos 42 minutos do primeiro tempo
PALMEIRAS: Henrique, aos 16 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Rogério Ceni; João Filipe, Xandão e Rhodolfo; Piris, Wellington, Carlinhos Paraíba, Rivaldo (Cícero) e Juan; Fernandinho (Marlos) e Dagoberto
Técnico: Adilson Batista
PALMEIRAS: Marcos; Cicinho, Leandro Amaro, Henrique e Rivaldo; Chico, Márcio Araújo (Maikon Leite), Marcos Assunção e Patrik (João Vitor); Kleber e Luan
Técnico: Luiz Felipe Scolari

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Dia dos Pais sem rivais!

Foto tirada neste domingo de Dia dos Pais, quando dei de presente uma camisa das Galinhas para o meu. Dá pre imaginar a vergonha que passei comprando uma camisa desta em público? Hahaha, mas pra deixar ele feliz vale o esforço. Meu pai é igual o São Paulo: é o maior do mundo!
Depois claro, rolou um churras, pois ninguém é de ferro!

Parabéns pai pelo seu dia! Obrigado por tudo!


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O dia que meu pai vestiu o manto.

Esta é uma rara imagem de meu pai (torcedor do SCCP) vestindo o manto tricolor. Foi em 08 de abril de 2007, um domingo de Páscoa, quando o SPFC veio à Sorocaba jogar contra o Barueri pelo Paulistão 2007 no Estádio Walter Ribeiro (CIC), o qual humilhou seu rival por 5 a 0. Foi a primeira vez que assisti à um jogo do São Paulo pessoalmente e que foi ainda mais inesquecível por termos ido em familia conferir à partida. Uma tarde agradável após uma manhã muito chuvosa que parecia que ia gorar nosso jogo. Acabou por aparecer até um solzinho antes do início da partida. Jamais me esquecerei da primeira vez que vi meu tricolor de perto, com o Mito Rogério Ceni guiando o time que seria no mesmo ano Bi-Penta Campeão Brasileiro, time que contava com o profeta Hernanes e o grande Muricy Ramalho como técnico. Na foto meu pai Sildemir e minha querida mãe Regina, essa sim são-paulina.