
Tricolor perde diante de 40 mil na primeira em casa pós Copa.
O dia:
Com os ingressos comprados desde a última quarta-feira, quando fizemos uma belíssima exibição contra o Bahia na Fonte Nova, rumamos (Amanda and Me) ao sacrossanto em uma bela tarde de sol. Um belo dia para se pegar a estrada rever o tricolor, que faria sua primeira partida em casa pós Copa do Mundo, e eu, mesmo tendo estado lá na última partida antes da pausa, já estava morrendo de saudades.
Saímos bem antecipados, estrada fluindo muito bem, não levamos sequer uma hora e meia para chegar ao Shopping Butantã, os relógios dos canteiros centrais marcavam 17:00. Tínhamos uma hora e meia e ainda assim, conseguimos perder a entrada do time em campo. Almoçamos (ou jantamos) uma comidinha típica, nos embananamos e tivemos que voltar ao carro guardar a bolsa da Amanda que continha objetos que ela certamente teria que se desfazer na revista do estadio, e pra ajudar, na imensa multidão que contornava o estadio atrás de ingressos faltando dez minutos para o início da partida,
erramos o lado para acessar a Arquibancada Amarela (portão 15), cujo a entrada fica voltada para o mesmo lado de acesso da Arquibancada Vermelha, e não da Azul; e pra ajudar, das árvores em frente ao portão principal, duas formigas graúdas caíram em minha nuca e me deram duas "Senhoras Mordidas" antes de entrar no estadio, um belo começo pra noite.
Foi a primeira vez que assisti atrás do gol, e pra ser sincero, não gostei muito. Prefiro mil vezes ver da lateral, mas com os ingressos para o setor a R$10,00 e com os demais a R$30,00 sem venda de meia-entrada pela internet, desta vez resolvi ver como é ver dali.
O jogo:
A bola rolava há alguns segundos, acredito eu, quando nos acomodamos. Ainda me adaptando visualmente ao ângulo que assistiria a partida, observava que o time em campo era exatamente o mesmo que entrou e venceu o Bahia no meio da semana.
Alan Kardec estava em campo, fazendo sua primeira partida no Morumbi com a camisa tricolor. Teve lá sua chance na segunda etapa mas desperdiçou. Em meio ao time que fez uma exibição regular, foi um dos que mais buscou jogo.
Na primeira etapa tivemos duas boas chances. Uma com Ganso de cabeça, e a outra com Álvaro Pereira, dentro da área chutando por cima. Méritos do adversário o primeiro tempo terminar no zero. Bem postados em campo, marcando forte, não deram muita chance ao nosso time.
Na segunda etapa, começamos atacando, pressionando mais do que durante todo o primeiro tempo. Mas foi em uma destas subidas, que em um contra-ataque, a Chapecoense encontrou espaço pra fazer o gol que seria o da vitória. Um toque, na saída de Rogério Ceni, ali, bem próximo aos nossos olhos.
Vendo o replay no dia seguinte a jogada pareceu ser tão rapida, mas juro que estando ali, a bola pareceu ter entrado em câmera lenta, rolando no cando direito, e parando em uma parte sem grama no fundo do gol.
Poderia ser a noite da vitória de n° 600 do Mito no tricolor. Não veio. O jogo terminou e ele rapidamente se dirigiu ao túnel de acesso ao vestiário, cheio de repórteres cercando-o, enquanto vaiávamos o desempenho da equipe antes de voltar pra casa.
SÃO PAULO 0 X 1 CHAPECOENSE
Data e horário: 19/07/2014
Local: Morumbi, São Paulo (SP)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (PR-Fifa)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Ivan Bohn (PR)
Público e Renda: 43.075 pagantes / R$ 997.855,00
Cartões Amarelos: Rodrigo Caio (São Paulo); Rafael Lima (Chapecoense), Maicon (São Paulo), Souza (São Paulo), Rodrigo Biro (Chapecoense), Bruno Silva (Chapecoense).
GOLS: Ricardo Conceição, aos 11'/2ºT (1-0);
SÃO PAULO: Rogério Ceni, Douglas, R.Caio, Antonio Carlos e Alvaro Pereira; Souza, Maicon e Ganso; Ademilson (Alexandre Pato, 31'/2ºT), Alan Kardec e Osvaldo (Ewandro 37'/2ºT). Técnico: Muricy Ramalho.
CHAPECOENSE: Danilo, Fabiano, Rafael Lima, Jailton e Rodrigo Biro; Wanderson, Ricardo Conceição (Bruno Silva, 32'/2ºT), Dedé, Camilo (Zezinho, 25'/2ºT) e Neném (Abuda, 42'/2ºT); Bruno Rangel. Técnico: Celso Rodrigues.







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