A melhor atuação do ano até então.
O São Paulo entrou em campo neste sábado (excepcionalmenta as 16:20 por ter final da Europe League Espanha x Italia no domingo a tarde), com a missão de junto ao auxiliar técnico Milton Cruz, conseguir um resultado positivo, e amenizar os ânimos da torcida (que panejava o #morumbizero para o próximo domingo), e com a diretoria. Pós demissão do treinador Emerson Leão, o desafio seria contra o então líder Cruzeiro na casa do adversário.
O time da casa começou tomando a iniciativa, e o tricolor recuado foi suportando os primeiros ataques. Pouco tempo depois, o time armado com três zagueiros começou a armar seus primeiros contra ataques. E foi após uma jogada pela direita, que Douglas deu uma meia-lua no lateral adversário e cruzou rasteiro, o zagueiro adversário bobeou, e o Fabuloso estufou a rede sem piedade. Na jogada seguinte, o Cruzeiro empata a partida de escanteio. Nem deu tempo de comemorar.
Mas o jogo estava quente, e após uma tentativa de Luis Fabiano driblar o zagueiro, a bola sobra pra Lucas, que dá um corte na zaga, deslocando junto o goleiro, e batendo no canto direito do mesmo. Assim terminou a primeira etapa eletrizante.
Na segunda, logo no início, Cortês invadiu a área e chutou em cima do goleiro, a bola rebatida sobrou para Jadson fora da área que acertou uma cacetada rasteira no goleiro já abatido pela primeira jogada.
Minutos depois o Cruzeiro descontou, e o jogo ficou ainda mais pegado. Após um longo lançamento de Douglas, Lucas recebe e é derrubado na área: pênalti! Confesso que desde que Rogério Ceni deu um tempo por causa do ombro, não sinto segurança alguma em bolas paradas para o Tricolor, inclusive em raras penalidades. Então Luis Fabiano foi pra cobrança e o goleiro... espalmou... Era a bola do jogo, pra matar a partida. O Fabuloso ainda levou seu 5º amarelo em 5 partidas por jogar longe um tufo enorme de grama que soltou sob seus pés quando efetuo a cobrança. O Cruzeiro sentiu que era hora de pressionar, e o fez.
A zaga hoje suportou muito bem a pressão. O time estava guerreiro e vibrante, como não havia visto este ano. Fim de jogo. Os jogadores comemoraram muito junto ao Milton Cruz, que se emocionou falando da importância da participação de Rogério Ceni extra-campo nesta vitória. O presidente juvenal Juvêncio também entrou em campo comemorar. "O espírito agora é esse" disse o F9 ao final da partida.
Que assim seja. Amém.
CRUZEIRO 2 X 3 SÃO PAULO
Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 30 de junho de 2012, sexta-feira
Horário: 16h20 (de Brasília)
Renda:
Público:
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moises (Fifa-RJ) e Rodrigo Pereira Joia (Fifa-RJ)
Assistentes adicionais: João Batista de Arruda e Wagner dos Santos Rosa (ambos do RJ)
Cartões amarelos: Casemiro, Luis Fabiano, Douglas e Denilson (São Paulo); Wellington Paulista, Willian Magrão e Victorino (Cruzeiro)
Gols:
CRUZEIRO: Rafael Donato, aos 12 minutos do primeiro tempo e aos oito minutos do segundo tempo.
SÃO PAULO: Luis Fabiano, aos 11, Lucas, aos 15 minutos do primeiro tempo; Jadson, aos três minutos do segundo tempo.
CRUZEIRO: Fábio; Léo, Rafael Donato, Victorino e Everton; Leandro Guerreiro, Charles (Wallyson), Tinga (Willian Magrão) e Montillo; Fabinho (Souza) e Wellington Paulista
Técnico: Celso Roth
SÃO PAULO: Denis; João Filipe, Rhodolfo (Paulo Miranda) e Edson Silva; Douglas, Denilson, Maicon, Jadson (Cícero) e Cortez; Lucas (Casemiro) e Luis Fabiano
Técnico: Milton Cruz (interino)
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