2011 tem início com um elenco muito semelhante ao que não conquistou nada em 2010, com destaques apenas para as contratações do pentacampeão Rivaldo, e Luis Fabiano – que retornou ao clube recebido por 45 mil torcedores em uma grande festa no Estádio do Morumbi. Teríamos um anos difícil. Após sete anos disputando consecutivamente a Taça libertadores, teríamos que nos contentar em disputar a Copa do Brasil, buscando a conquista do título inédito, que consequentemente nos colocaria de volta à Libertadores.
No Campeonato Paulista, Rogério Ceni acabara de atingir a inacreditável marca de 99 gols em um jogo contra contra o Paulista de Jundiaí, onde o São Paulo saiu da partida com resultado negativo,3 a 2 para o time do interior paulista. Não somente fosse pela marca histórica eminente, o Tricolor teria como próximo adversário o Corinthians, ao qual não vencia desde 11 de fevereiro de 2007 (3x1 no Morumbi), um jejum de quatro anos, entalado na garganta do torcedor são-paulino, que anterior a isto, era acostumado a ter o rival como freguês.
Vinte e sete de março de 2011. O palco do jogo foi a Arena Barueri. O Tricolor tinha o mando, mas estava realizando jogos fora do Morumbi devido ao aluguel do estádio para realização de shows internacionais. O jogo tem o primeiro tempo encerrado em 1x0 para nós. Na segunda etapa, uma falta na meia esquerda, um pouco mais distante da distância a qual ele estava abituado, Rogério Ceni coloca a bola no ângulo esquerdo como se o tivesse feito com as mãos, consagrando ainda mais seu nome na história deste clube e do futebol mundial. Cem vezes Rogério Ceni! A torcida carente de conquistas nos últimos dois anos antecedentes comemorou como um título a marca, ainda mais sobre o Corinthians. Passado a festa, acabamos eliminados pelo Santos pelo segundo ano consecutivo na semifinal.
O então técnico Paulo César Carpegiani começou o Campeonato Brasileiro já sob pressão, e o time começou bem, vencendo as cinco primeiras partidas, mas a instabilidade e a quedo do time para o Avaí nas quartas-de-final da Copa do Brasil, fizeram com que o técnico dissesse adeus ao grupo, dando lugar a Adilson Batista, que também não conseguiu bons resultados e em pouco menos de quatro meses, cedeu então a vez à volta de Emerson Leão. O time, embora um pouco melhor, terminou o Campeonato na sexta colocação, ficando mais uma vez fora da Taça Libertadores do ano seguinte, já que havia sido também eliminado pelo Libertad na sulamericana.
Elenco:
2011 Rogério Ceni; Ivan Piris, Rhodolfo, João Filipe e Juan; Denilson (Casemiro) e Wellington, Cícero (Marlos) e Lucas (Rivaldo); Dagoberto (Fernandinho) e Luis Fabiano.
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