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Ressalto que este não é um blog informativo, atualizado, formal ou preocupado com qualquer coisa. Este blog é na verdade um apanhado de minhas memórias, mesclando jogos do São Paulo Futebol Clube com fatos de meu cotidiano. Sem pretensão alguma de ser nada além de um bloco de notas virtual em três cores, onde exercito o ato de escrever. Seja bem vindo em sua visita, volte sempre que quiser e sinta-se livre para comentar. Mas se por ventura se deparar com nomes de pessoas estranhas em meio aos textos, e situações aparentemente sem importância alguma, lembre-se: eis aqui simplesmente as memórias deste tricolor. Vamos São Paulo!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

ROGÉR1000 CENI.

Me lembro de quando Ceni começou a ser títular no São Paulo.

Zetti foi para o Santos e à nossas traves foi cedido espaço a aquele cara simples vindo do Paraná, que chegou quieto, buscando seu espaço, seu lugar ao sol.

Eu não sei para os são-paulinos mais velhos, que viram outros goleiros jogarem pelo São-Paulo antes do Zetti (inclusive outras lendas do futebol brasileiro), mas pra mim essa transição foi de aceitação demorada e muita torção de nariz.

Eu costumava pegar minha bola de "capotão", reunir os amigos da rua e ir para à pracinha. As regras eram:


- Cinco gols troca-se de lado. Dez gols termina a partida ("famoso cinco vira e dez termina").

- Vale jogar pela praça toda, só é lateral se a bola sair pra rua.

- Quem chuta busca!

- O dono da bola começa escolhendo o time

- Chute alto equivale à bola fora em nossa trave imaginária.


Entre outras regras que devem valer até hoje nas peladas da molecada.

E nesses dias eu vestia minha camisa do São Paulo como se fosse a roupa de um super-herói e quando era eu o goleiro, entre uma defesa e outra podia-se ouvir de longe meus gritos de:

- Zeeeeeeeeettiiiiiiii !!! Que defesa! Zetti!!!!!!!!!

Fato é. Se o Zetti que foi um bom goleiro me causou tanta admiração na minha infância de final de década de oitenta, início de noventa; penso eu no que representa Rogério Ceni para as crianças que ao longo destes ultimos expressivos vinte e um anos os viram se tornar uma lenda do futebol brasileiro e mundial?

Foram títulos e recordes incontáveis entre Libertadores, três Campeonatos Brasileiros, um Mundial de Clubes, 100 gols e hoje, mais um episódio histórico de sua carreira e do futebol brasileiro:

ROGÉRIO CENI 1000 JOGOS!

Uma lenda, o símbolo de uma longa era Tricolor, o mito! O maior ídolo da história são-paulina. A história escrita sob nossos olhos em mais um capítulo peculiar neste feriado de independência.

Hoje, o Morumbi com mais de 60 mil pessoas recebe em festa para prestigiar e agradecer nosso ícone por tantas glórias e por tantas alegrias ao longo desses anos.

E um detalhe: a carreira segue, a bola não para de rolar. Continuaremos acompanhando e aplaudindo em pé.

Parabéns M1to!

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